Será sempre assim,
Desculpa.
"Joana, alheia ao mundo Presa na miragem Num conto profundo Algures noutra paragem Joana, sempre com a mesma expressão Dizes que sim, como que diz que não Sabes rir e chorar Embora o segundo prefiras não mostrar Sabes dar-te com dignidade És fiel aos teus ideais Segues a tua própria verdade Defendes-te a ti mesma e aos demais Aprecias a arte de ninguém Fazes-te forte e refugias-te somente em ti Não sei, se te faz mal ou bem Mas quero que saibas, que tens um refúgio aqui."
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